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Injeção Eletrônica – Um breve Histórico

injectA indústria automobilística aposentou o carburador. Patenteado em 1885 por Karl Benz, ele deu lugar a um sistema igualmente antigo, mas que evoluiu muito mais desde que surgiu, ainda no século 19: a injeção de combustível. A invenção do sistema, inicialmente mecânico, é creditada ao alemão Rudolf Christian Carl Diesel. Porém, este desenvolveu suas idéias em cima do trabalho do inglês Herbert Akroyd Stuart, que em 1892 obteve a patente de um motor com ignição por compressão movido a pó de carvão. O que coube a Diesel foi inovar empregando combustível líquido no motor de sua criação.

Muitas são as vantagens da injeção eletrônica ante ao carburador, que não utiliza sensores e, portanto, não pode se adaptar corretamente as diversas variações de uso. São exemplo disso as mudanças na pressão atmosférica na umidade/temperatura do ar e na qualidade do combustível – motivo pelo qual não existem carros carburados flex.

O sistema pode colaborar para o licenciamento do veículo, devido à aplicação de leis mais severas sobre de emissão de poluentes. O sistema eletrônico ainda dispensa o uso de afogador, possibilita partidas mais rápidas, enriquecendo automaticamente a mistura, fazendo-a voltar ao normal quando o motor aquece, e também controlando a ignição resulta num funcionamento muito mais eficiente ao motor.

O primeiro carro americano “moderno” com injeção eletrônica foi o Cadillac Seville 1977. No Brasil a inovação chegou por intermédio da Bosch com o Gol GTI, que chegou ao mercado em janeiro de 1989.

 

Retirado de: http://www.motoronline.com.br

Rogério Artori

Race Comunicação

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