banner-pdl5500

DIAGNÓSTICO ELETRÔNICO PARA VEíCULOS

Diagnóstico Eletrônico para veículos.

Diagnóstico preciso, manutenção, eficiente preço justo.
Chega de ouvir “eu acho que o defeito é aqui”
diagnostico-eletronico-para-veiculo

A demora para investigar e descobrir onde está à necessidade de reparos em seu veículo praticamente acabou.
A TC7 Motorsport conta agora com um equipamento revolucionário para diagnosticar problemas no seu carro.

O novo equipamento permite que os técnicos da TC7 façam uma análise completa do veículo
a partir de informações sobre a situação do sistema do motor,
o histórico de falhas e determina um diagnóstico preciso e correto.
Com isso, resolver os problemas fica mais rápido e econômico para o cliente,
seja ele proprietário de veículos nacionais ou importados.

O scanner PDL 5500 possui um sistema integrado para testes de componentes
baseado em um banco de dados específico de veículos e informações especializadas
tudo em uma única ferramenta.
A partir do modelo do veículo o equipamento utiliza informações prévias do fabricante
para analisar o funcionamento do veículo.

 

Oficina mecânica em São Bernardo do Campo, serviços mecânicos para seu veiculo,

mecânica geral de automóveis.

venha fazer um diagnóstico eletrônico para seu veículo na

TC7 motorsport.

curso-basico-de-direcao-defensiva-tc7motorsport

CURSO DE DIREÇÃO DEFENSIVA E EVASIVA

O primeiro curso básico em direção defensiva e evasiva de São Bernardo do Campo
com anti-assalto e anti-sequestro, visa melhorar a habilidade de dirigibilidade
do motorista utilizando ou não veículo blindado. Mostrando ainda como agir
diante da ameaça ou ataque real.
Com a experiencia de 10 anos como dublê-piloto e instrutor de direção especial,
o motorista terá contato com a realidade de performance de dirigibilidade e seguramça.

PROGRAMA TEÓRICO E PRÁTICO
Conceito de direçção defensiva e evasiva;
Checagem operacional inicial do veículo;
Posicionamento correto dentro do veículo;
Regulagem de bancos e equipamentos;
Exercícios de controle de volante – Slalon
com barreiras de frente e de ré(aquecimento);
Exercícios de controle de frenagem(defensivo):
Pista com obstáculos, frenagem-retomada de trajetória;
Técnicas de reversão frontal (bootleger Turn, evasivo);
Técnicas de reversão de ré (J-turn, evasivo).

DURAÇÂO
10 horas – das 7h00 às 17h00

LOCAL
Kart SBC – Rua Augusto Ernani – Jordanópolis
São Bernardo do Campo – SP

INVESTIMENTO
R$ 1200,00 sendo:
50% na matrícula/reserva de vaga em depósito bancário,
cartão de débito ou dinheiro, 50% no final do curso e
entrega do certificado com cartão de débito, dinheiro ou cartão de crédito
em até 3x sem juros.

INCLUSO
Apostila teórica para referências futuras;
Lanche;
Veículo do ano, câmbio manual, sedan 1.5 ou superior;
Certificado de conclusão.

TURMAS
Curso com início e térmno nas segundas-feiras subsequentes as 3 vagas
preenchidas até a segunda -feira que antecede o dia do curso ou quando
a vaga tiver percorrido as ocupadas pelos matriculados anteriormente.

REQUISITOS
Ter habilitação

SOBRE O INSTRUTOR
Marcelo Essak, 42, é dublê, piloto, engenheiro mecânico, pós graduado
em motores de combustão interna no SENAI, 10 anos de experiencia nas
melhores equipes de dublês do Brasil já tendo trabalhado em cursos de
direção segura, comerciais, filmes, novelas, matérias pra TV e treinado
com pilotos de alto nível.

CONTATO, INFORMAÇÔES E MATRÍCULA
WhatsApp 99731-6931
CLARO FIXO: 2831-5027
E-MAIL greencat31@hotmail.com

inject

Injeção Eletrônica – Um breve Histórico

injectA indústria automobilística aposentou o carburador. Patenteado em 1885 por Karl Benz, ele deu lugar a um sistema igualmente antigo, mas que evoluiu muito mais desde que surgiu, ainda no século 19: a injeção de combustível. A invenção do sistema, inicialmente mecânico, é creditada ao alemão Rudolf Christian Carl Diesel. Porém, este desenvolveu suas idéias em cima do trabalho do inglês Herbert Akroyd Stuart, que em 1892 obteve a patente de um motor com ignição por compressão movido a pó de carvão. O que coube a Diesel foi inovar empregando combustível líquido no motor de sua criação.

Muitas são as vantagens da injeção eletrônica ante ao carburador, que não utiliza sensores e, portanto, não pode se adaptar corretamente as diversas variações de uso. São exemplo disso as mudanças na pressão atmosférica na umidade/temperatura do ar e na qualidade do combustível – motivo pelo qual não existem carros carburados flex.

O sistema pode colaborar para o licenciamento do veículo, devido à aplicação de leis mais severas sobre de emissão de poluentes. O sistema eletrônico ainda dispensa o uso de afogador, possibilita partidas mais rápidas, enriquecendo automaticamente a mistura, fazendo-a voltar ao normal quando o motor aquece, e também controlando a ignição resulta num funcionamento muito mais eficiente ao motor.

O primeiro carro americano “moderno” com injeção eletrônica foi o Cadillac Seville 1977. No Brasil a inovação chegou por intermédio da Bosch com o Gol GTI, que chegou ao mercado em janeiro de 1989.

 

Retirado de: http://www.motoronline.com.br

Rogério Artori

Race Comunicação

images

Barulhos no carro?

imagesTer um carro com barulho não é novidade, alguns motoristas toleram mais que outros, no entanto uma coisa é certa, se seu veículo faz algum tipo de ruído, tenha certeza de que ele só tende a piorar. Diante disto, vamos dar umas dicas para que você ajude seu mecânico a resolver o problema, evitando a troca de peças desnecessárias.

O primeiro passo é identificar se o barulho vem da dianteira ou da traseira. Se o ruído vem da parte de trás, a tarefa será mais simples, pois a suspensão traseira possui poucas peças, o que acaba facilitando a localização do problema. Mesmo assim, antes de levantar o carro, faça uma inspeção no porta-malas, veja se o estepe e as ferramentas estão bem fixados ou se a fivela de algum cinto de segurança não está batendo no acabamento da lateral. Internamente, verifique se existe folga na fixação do encosto do banco traseiro. Na suspensão traseira os maiores focos de barulho costumam ser o escapamento solto ou buchas da suspensão.
Os ruídos na parte dianteira podem ter origem no motor ou na suspensão. Os ruídos que saem do motor geralmente são contínuos, provocados por rolamentos, polias, correias, esticadores, alternadores, compressores ou por causa dos desgastes de peças internas do trem de força. Podemos dizer que a origem vem do motor quando o ruído se apresenta, assim que colocamos o propulsor em funcionamento e independe do veículo estar ou não em movimento.

Já aqueles ruídos produzidos pela suspensão são intermitentes, ocorrem em determinadas situações de terreno e, de maneira geral, com o veículo em movimento, as buchas, batentes, bandejas, pivôs e amortecedores são os principais vilões.

Aqueles motoristas que dirigem de forma agressiva, com arrancadas e freadas bruscas, acabam danificando os coxins (grandes causadores de barulho) que suportam motor e câmbio. Se quando você pisar no freio acontecer o ruído, corra no mecânico antes que tenha que ir a uma funilaria e pintura. Pastilhas e discos de freio devem ser verificados a cada 10.000 km.

Para facilitar a vida de seu mecânico, procure identificar em qual situação o ruído acontece, em subidas, valetas, lombadas, em baixa ou alta velocidade, virando para direita ou para esquerda, pois assim ele fará os reparos e terá a chance de verificar se o reparo foi assertivo.

por Denis Marum

retirado de : http://www.zap.com.br/revista/carros

carburador

Cuidados com o carburador

carburador

Responsável pela mistura mecânica de ar e combustível nos motores à explosão, o carburador vem sendo sistematicamente substituído pela injeção eletrônica. No entanto, os veículos que ainda possuem este componente merecem cuidados na manutenção do carburador.

É de extrema importância que o motorista use combustível de boa qualidade para não desgastar a peça antes da hora.
Outra recomendação importante é com relação ao filtro de ar e de combustível. Como o carburador é responsável por injetar a mistura de ar e combustível no motor, o filtro de ar e o de combustível também devem estar em bom estado. Eles devem ser trocados a cada 15 mil quilômetros rodados ou 10 mil se a estrada não for pavimentada ou tiver muitos buracos.

Além desses cuidados, é fundamental que se faça checagens regulares com o seu mecânico, de preferência, a cada seis meses. Lembrando que os carros que são movidos a álcool precisam de cuidados redobrados, pois o combustível oxida mais rapidamente a peça.

retirado de : http://www.dicasautore.com.br

tc7motorsport-meuautomovel

Da água à revisão: confira 10 dicas para cuidar do seu carro

tc7motorsport-meuautomovel
Revisão – Se ainda não deu dinheiro para um carro zero, o primeiro passo é fazer uma revisão detalhada da sua nova aquisição. Motor, freios, suspensão, parte elétrica, tudo precisa ser checado, por mais que o vendedor tenha usado aquela velha estratégia “que era carro de garagem e que foi todo revisado”. Óleos, fluido de freio e correias é recomendado trocar porque você não sabe quando foi feita a manutenção anterior. Procure uma mecânica de sua confiança. Se você comprou um carro novo, fique atento às datas das revisões obrigatórias indicadas pela montadora.

Mistura combustível – Carros flex podem usar qualquer mistura de combustível. Ponto. Todo o resto que você escutar é mito. Você pode usar sempre só álcool ou a vida toda gasolina que o motor não vai “viciar”, como dizem. Também pode misturar os dois nos percentuais que desejar. Com relação a qual combustível é mais vantajoso, é preciso fazer os cálculos. O álcool gasta mais e por isso só vale a pena se o preço está até 70% do valor da gasolina.

Óleo do motor – A primeira coisa a aprender é que não se olha o nível do óleo com o motor quente. Ele precisa estar desligado há pelo menos 10 minutos e o automóvel deve estar no lugar plano. Respeitado isso, você ou o frentista podem olhar o nível, que deve estar entre o mínimo e o máximo da vareta. Se estiver a baixo (é normal baixar um pouco), complete com o mesmo lubrificante recomendado pela montadora. E siga à risca os prazos de troca, que geralmente fica entre 10 mil e 15 mil quilômetros.

Água – Sim, o motor do seu carro também precisa de água. Mas não é só água. No sistema de arrefecimento vai também um aditivo para conservar as peças. Esse aditivo é recomendado pela montadora e deve ser trocado a cada 10 mil quilômetros. O liquido do arrefecimento (água e aditivo) também deve ser verificado com o motor frio. Se estiver pouco abaixo do nível, basta completar. Se seguir baixando, deve haver algum vazamento e é preciso procurar um mecânico.

Kit obrigatório e extintor – Vá se acostumando, enquanto você tiver carro eles serão sempre lembrados. No porta-malas fica o kit obrigatório com estepe, chave de roda, macaco e triângulo. Caso não estejam lá, trate de comprar. Sem eles, você será multado. O extintor também precisa estar no lugar. Olhe a data de validade. Mesmo sem nunca ser usado, ele tem que estar no prazo. E também não deve estar enrolado naquele plástico.

Garantia – Caso tenha tirado um carro novinho da concessionária, trate de estudar o manual do proprietário. Pode parecer chato, mas é extremamente importante. Ali estarão informações sobre a garantia. Não fazer as revisões e usar algumas peças não-recomendadas são situações que provocam a perda de garantia. Colocar som e alarme fora da concessionária, por exemplo, faz você perder a garantia do sistema elétrico.

Comum, Premium ou aditivada? – Essa é uma dúvida até dos motoristas experientes. Vamos lá. A comum é autoexplicativa, não tem componentes diferenciados. A aditivada é composta por uma série de detergentes especiais que tem como função evitar o acúmulo de sujeira no sistema de injeção. Já a Premium tem também os detergentes, mas trazem mais octanas, que são aproveitadas em motores com maior taxa de compressão, especialmente em motores mais potentes, 1.8 ou 2.0. Se você tem um carro popular, a Premium pouco terá efeito

Ar-condicionado – Primeiro: seu carro gasta mais combustível com o ar ligado, sim, em média 20% a mais. Segundo: você precisa ligar o ar mesmo no inverno, pelo menos uma vez por semana, para conservar o sistema. Terceiro: o botão da recirculação (aquele com uma seta que indica que o ar circulará somente na parte interna) não precisa estar sempre pressionado. Se você não estiver em áreas de engarrafamento ou empoeiradas, é bom às vezes deixar o ar entrar de fora. Quarto: o gás do ar não gasta. Só precisa ser trocado ou reposto se tiver problema no sistema. Pode usar à vontade que ele não gasta.

Direção hidráulica – Não é conversa de frentista, também é preciso conferir o óleo da direção hidráulica. O óleo não baixa caso esteja tudo correto no sistema. Se estiver abaixo do nível, é preciso completar e buscar uma empresa para checar o que está acontecendo.

Som e rodas – Antes de correr para uma loja de acessórios para colocar som e rodas novas, duas dicas são fundamentais. No caso das rodas, se pretende mudar o tamanho do aro é preciso consultar se a montadora permite. Alguns veículos são projetados para um tamanho de aro, outros não. Rodas fora da recomendação trarão problemas na suspensão e na estabilidade. No caso do som, é preciso ver se a bateria suporta os novos equipamentos para não correr o risco de empurrar seu novo patrimônio.

fonte: www.terra.com.br

tc7mtorsport-troca-de-oleo

A importância do óleo lubrificante para o motor do seu carro

tc7mtorsport-troca-de-oleo
Parte essencial dos cuidados necessários para estender a vida útil do automóvel é ficar atento ao estado de conservação de seus componentes básicos, procurando, sempre, entender como os produtos certos atuam e asseguram o funcionamento pleno do motor e dos sistemas hidráulicos e elétricos, por exemplo. Nesse sentido, vale lembrar que a troca de óleo regular é um dos procedimentos mais importantes para garantir o desempenho do veículo, uma vez que a lubrificação adequada atenua o atrito entre as peças dentro do motor.

 

Seguindo sempre as recomendações do fabricante do veículo na hora da troca, é preciso observar, principalmente, a viscosidade SAE e o desempenho API, ACEA ou ILSAC do produto. A viscosidade do lubrificante pode ser identificada na embalagem do produto e normalmente é representada da seguinte forma: 0W-20, 5W-30, 10W-40, 20W-50, etc. Estes números correspondem à viscosidade de produtos automotivos tanto na partida (com o W) quanto na temperatura de regime de trabalho do motor (sem o W), conforme regulamentado pela SAE – Sociedade dos Engenheiros Automotivos.

Pesquisas apontam que 75% do desgaste do motor ocorre no momento da partida, em função dos poucos segundos que o motor trabalha a seco, sendo assim, é essencial que o lubrificante flua o mais rápido possível, para lubrificar o motor. Justamente por isto, é de grande importância utilizar produtos com viscosidade menor no momento da partida. O óleo tem tendência a perder viscosidade com o calor, o que faz com que seja extremamente importante seguir as orientações recomendadas pela montadora. Quanto maior a numeração, mais viscoso é o óleo, e consequentemente, maior será a resistência à fluidez.

O motorista também deve considerar as especificações API (USA), ACEA (Europa) ou ILSAC (Ásia) do lubrificante utilizado, uma vez que a escolha de um produto impróprio pode impactar diretamente em seu desempenho junto aos demais aditivos que fazem parte da formulação do produto. Os aditivos avulsos, que são comercializados no mercado, não são recomendados pelos fabricantes, pois todos os lubrificantes de boa qualidade são formulados com a quantidade de aditivos necessária para que o produto desempenhe perfeitamente a sua função. O uso de aditivos avulsos pode desbalancear a formulação do óleo, ocasionando fuligem, aumento do consumo de combustível e de contaminação do ar, e em casos extremos, lubrificação ineficiente do motor.

É importante lembrar que, durante o uso do veículo é normal que o nível do lubrificante diminua com o tempo, pois no momento da lubrificação do pistão, um pequeno volume de óleo é “queimado”, juntamente com o combustível. Além disto, com a alta temperatura, ocorre uma perda por evaporação. O motorista, no entanto, não precisa se preocupar quando o lubrificante fica preto, isso é sinal de que está cumprindo corretamente a sua função, que é a de remover as impurezas do motor e deixá-las “dispersas” no lubrificante até o momento da troca. De modo geral, podemos dizer que a coloração preta do lubrificante informa que o produto está ‘sujo’. É extremamente importante que a sujeira esteja no óleo ou no filtro e não na parede do carter ou canais do motor, para que não venha a causar problemas de funcionamento. Isto é sinal de que os aditivos detergente e dispersante estão realizando a sua função. O óleo deve reter as impurezas até o momento da troca, onde a sujeira flui com o óleo para fora do motor, deixando-o limpo e trabalhando de modo eficaz.

Fonte: http://carroonline.terra.com.br